top of page
Buscar

Benedicto Lacerda e o Carnaval

  • usinafc
  • 21 de fev. de 2023
  • 1 min de leitura
Fotografia histórica em preto e branco de um grupo de músicos e uma cantora em apresentação carnavalesca. Eles usam roupas claras e camisetas listradas, segurando instrumentos como violão, flauta e trompete, em um cenário cenográfico geométrico ao fundo. Sobre a imagem, há o texto colorido “Benedicto Lacerda e o Carnaval”, com a palavra “Carnaval” em letras grandes e multicoloridas.

Campeão de vários carnavais nas décadas de 30 a 50, no Rio de Janeiro, Benedicto Lacerda tem em seu repertório inúmeros sucessos cantados até hoje em dia.

Em 1932, faz grande sucesso com a marcha Vai haver o diabo (Macaco olha o teu rabo), que compôs para o Clube Tenentes do Diabo, ao qual pertencia. A marcha se tornou o hino de um novo grupo que havia se formado no clube, e que tinha o mesmo nome da música.


Um dos maiores sucessos do Carnaval de 1935 foi sua marcha Eva querida (com Luís Vassalo), gravada por Mário Reis. No ano seguinte, obteve êxito igual com a marcha Querido Adão (uma resposta à marcha anterior), gravada por Carmen Miranda.

Em 1939 explode em sucesso nacional com a marchinha de carnaval mais conhecida e imortal de todos os tempos: A Jardineira. Em 1940 é campeão do concurso de Carnaval do Distrito Federal com o samba Despedida de Mangueira.


Em 1940, venceu o concurso carnavalesco promovido pela prefeitura, com a marcha Lero-lero (com Eratóstenes Frazão ), gravada por Orlando Silva.

Em 1944, foi novamente vitorioso no concurso do Carnaval, no gênero marcha, com Verão no Havaí (com Haroldo Lobo), gravada por Francisco Alves.

Sua última marcha de sucesso foi Acho-te uma graça (com Haroldo Lobo e Carvalhinho), que, lançada pelo animador e cantor César de Alencar no Carnaval de 1952, foi premiada pela prefeitura do RJ.


Benedicto foi parceiro de Haroldo Lobo, Herivélto Martins, Castro Barbosa, Luís Vassalo, Gastão Vianna, Erastótenes Frazão e tantos outros que estabeleceram a marchinha como expressão do carnaval brasileiro.

© 2026 por Usina de Fomento Cultural.

SIGA A USINA

  • Instagram
  • Facebook
  • Youtube
bottom of page